Se tem uma santa que entende o significado da palavra “socorro”, essa é Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Com olhar firme, expressão de compaixão e um título que é quase um abraço nos momentos difíceis, Maria, sob essa invocação, é uma das figuras mais queridas da fé católica.
Celebrada em 27 de junho, ela é a padroeira da Região 7 da SSVP Brasil, que reúne os Conselhos Metropolitanos (CM’s) de Belém/PA, Fortaleza/CE e Teresina/PI. Por lá, a devoção não é apenas simbólica, ela é vivida com intensidade em missas, atividades devocionais e muita gratidão por quem já sentiu a força da intercessão mariana.
A vice-presidente da Região 7, consócia Ângela Maria de Araújo Dutra, relembra que a escolha da padroeira foi feita em 1991, durante um momento de reestruturação da SSVP. “As regiões estavam sendo organizadas e cada uma foi consagrada a uma devoção mariana. Foi uma escolha feita com o coração e com a juventude muito ativa nesse processo”, conta.
Mas, e quantas vezes a gente encontra o nome de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro dentro da estrutura da SSVP Brasil? Fomos atrás dessa curiosidade no sistema gerencial do Conselho Nacional do Brasil e achamos um verdadeiro mapa de fé:
Ou seja, são nada menos que 220 unidades vicentinas que decidiram eternizar essa devoção no nome.
A devoção à santa começou lá no século XV, com a imagem original sendo contrabandeada da Ilha de Creta para Roma. A pintura sagrada, que havia sido escondida por décadas, foi redescoberta graças à persistência de religiosos e, em 1866, confiada pelo Papa Pio IX aos Padres Redentoristas, com um pedido categórico: “Fazei com que todo o mundo conheça esta devoção.”
E parece que os vicentinos levaram esse pedido a sério. Afinal, são centenas de unidades espalhadas pelo Brasil que fazem questão de lembrar, em cada reunião e cada ação solidária, que o socorro, quando é perpétuo, vem de Maria, mas também pode passar pela gente.
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